Por Ítalo Marcos
Fonte: ASCOM / SEED
Por Ítalo Marcos
A 6ª edição da Feira Nordestina do Colégio Estadual Professor João Costa reuniu na manhã desta quinta-feira, 24, alunos de 22 turmas do ensino médio. O evento teve como tema principal a importância das artes na cultura popular nordestina, e contou com a participação de estudantes e professores que fizeram apresentações artísticas e culturais.
De acordo com a professora de artes Stella Regina, que coordena a feira, o projeto teve um caráter de investigação e pesquisa sobre o Nordeste, com o objetivo de desenvolver nos alunos um conhecimento maior sobre a cultura e a arte da região. Pela tarde, 15 turmas participarão.
Atividades artísticas e manifestações populares como dança, teatro, aboio, circo, etc, foram apresentadas pelos estudantes e avaliadas por um júri composto por professores. As turmas dos 3º anos trabalharam os estados do Nordeste, já as turmas do 1º e 2º anos trabalharam as cidades de Sergipe.
Durante dois meses, os alunos fizeram pesquisas, visitaram cidades, entrevistaram pessoas e trouxeram indumentárias. "A gente percebe que eles ainda têm pouco conhecimento sobre o Nordeste. Então nosso objetivo é resgatar a valorização da região, cultivar os conhecimentos tradicionais que estavam esquecidos", explicou Stella Regina.
Resgate da cultura
Alunos e convidados destacaram a importância da Feira Nordestina para o resgate da cultura. Foi o caso de Grazielle Custódio de Jesus, que junto com suas colegas fez uma apresentação de forró. "Através desta feira a gente conhece várias coisas novas e diferentes, acaba interagindo mais com os colegas. Para mim é um tipo de aula diferente", disse.
Já Larissa Oliveira Meira fez apresentação de dança de xote e também o hino da vaquejada. "Para mim foi a superação da timidez, pois eu não tinha coragem de me apresentar. Foi um momento de superação gratificante. Todo mundo se uniu e nós conseguimos ser melhores do que esperávamos", declarou.
Ronison Costa de Jesus é estagiário da escola e estuda no curso de Teatro da UFS. Ele auxiliou os estudantes no desenvolvimento das coreografias e na expressão corporal. "Essa feira é uma maneira de manter a cultura nordestina viva dentro de cada um deles, que passam a ter mais contato com as tradições. Além disso, desenvolvem também o lado social, pois eles trabalharam bastante em equipe", afirmou.
A aluna Mayara Souza também dançou forró e disse ter gostado bastante do evento. "Aqui a gente acaba conhecendo as tradições culturais de antigamente e do tempo atual", disse.
Na sexta-feira, 25, haverá a culminância da VI Feira Nordestina, momento em que os alunos estarão distribuídos em salas de aula e farão exposições e apresentações sobre os estados do Nordeste e as cidades sergipanas.









