Por Paula Toquinho
Fonte: Ascom/ Seduc
Servidores da biblioteca, vestidos a caráter, encantaram os mais de 200 alunos da rede estadual de ensino que participaram de brincadeiras tradicionais, roda de conversa, sarau kids, contação de histórias, música, teatro, brinquedos, caça ao tesouro e muito mais
A manhã desta terça-feira, 10, primeiro dia de atividades em alusão à Semana da Criança na Biblioteca Pública Epiphanio Dória, foi marcada por muita alegria e receptividade. Servidores da biblioteca, vestidos a caráter, encantaram os mais de 200 alunos da rede estadual de ensino que participaram de brincadeiras tradicionais, roda de conversa, sarau kids, contação de histórias, música, teatro, brinquedos, caça ao tesouro e muito mais. O evento conta, pelo segundo ano consecutivo, com o apoio do Ministério Público Estadual de Sergipe (MPSE), por meio do Centro de Apoio Operacional da Infância e Adolescência (CAOpIA), da Associação dos Defensores Públicos do Estado de Sergipe (Adpese), Associação dos Magistrados de Sergipe (Amase) e Associação Sergipana do Ministério Público (ASMP). As atividades gratuitas e dirigidas especialmente ao público infantil continuam até amanhã, 11, e têm como foco incentivar a leitura e as brincadeiras na infância.
Juciene Maria de Santos de Jesus, diretora da biblioteca Epiphanio Dória, ressaltou que durante estes dois dias, embora a biblioteca esteja aberta à visitação normal dos seus usuários, toda a área externa da instituição será palco de uma grande celebração para as crianças. "Hoje e amanhã, dias 10 e 11 de outubro, a biblioteca pública celebrará o dia das crianças. Este será um espaço da magia, da alegria, do encantamento e do amor, onde receberemos aproximadamente 1000 crianças. O projeto SER criança: alegria, amor e esperança, foi pensado com a proposta de levar momentos de alegria e lazer às crianças, que, por meio da brincadeira, descobrem o mundo, desenvolvem habilidades e contribuem para a criação de memórias afetivas. Para nós que fazemos a Epiphanio Dória, é um momento sublime de grandes homenagens a esses seres tão especiais, que merecem toda nossa atenção e cuidado", frisou a diretora.
A promotora de Justiça e coordenadora do CAOpIA, Talita Cunegundes, fez questão de prestigiar o evento e disse que a Semana da Criança é uma oportunidade de toda a sociedade sergipana se fazer presente para conhecer esse belíssimo equipamento público que, segundo a promotora, é a biblioteca. "Pelo segundo ano consecutivo o Ministério Público de Sergipe, por meio do Centro de Apoio Operacional da Infância e Adolescência (CAOpIA), juntamente com a Associação Sergipana do Ministério Público; Associação dos Defensores Públicos e Associação dos Magistrados de Sergipe, apoia o projeto da Epiphanio Dória, que é a semana da criança. E sem dúvida é um momento ímpar para um processo não só de apresentação da semana da criança na forma que ela deve ser, de forma lúdica, criativa, como também agrega a essa criança, no seu processo de formação, valores importantes. Nós temos aqui a cultura, a arte, e as crianças têm, na verdade, cérebros plásticos. Elas estão sempre em processo de aprendizado; e estar no ambiente da biblioteca, onde há cultura, há leitura; onde há oportunidade de ter um ambiente artístico de fundo criativo, com certeza vem somar a esse processo de desenvolvimento saudável que elas devem ter", afirmou.
Quem também marcou presença nesse primeiro dia de evento foi a advogada e escritora Letícia Mendes Carvalho d’Àvila Fernandes, que nesta quarta-feira,11, vai promover um bate-papo com as crianças sobre o seu livro infantil "Nem Lá e Nem Cá: tenho dois lugares para chamar de lar". "A obra foi inspirada na proteção dos direitos da criança, no direito especialmente à convivência familiar. Nesse contexto, nada melhor do que celebrar aqui na Biblioteca Pública Epiphanio Doria a contação dessa história que traz a ampliação da visão de que a criança não precisa escolher um lugar para chamar de lar; ela pode ter mais de um lugar onde ela se sinta acolhida. Na verdade ela deve ter mais de um lugar onde ela se sinta acolhida e a que ela possa pertencer e em que ela se sinta amada. A ideia é esta: de que a criança precisa nesse contexto de convivência, seja no processo de divórcio dos pais, seja para aquelas crianças que têm a rede de apoio, precisam estar na casa da avó ou em outros lugares como espaços públicos, se sentirem acolhidas e protegidas. Então que a gente possa nesta semana da criança trazer esse espírito de proteção e que essa caminhada seja cada vez mais contínua não só nesta semana, mas em todos os dias na proteção dos direitos da criança; que elas se sintam acolhidas onde quer que estejam", finalizou.





