Por Francimare Araújo
Fonte: Ascom/ Seduc
Nesta sexta-feira, 10, os gestores escolares das unidades circunscritas às Diretorias Regionais de Educação 3 e 6, localizadas nos territórios do Agreste Central e do Baixo São Francisco sergipanos, participaram do “Diálogo com o secretário”, oportunidade criada pelo professor Josué Modesto dos Passos Subrinho para apresentar os indicadores escolares de cada uma das unidades de ensino situadas nos territórios mencionados. Este foi o último encontro de uma série extensa de reuniões com todos os 322 gestores ou representantes das unidades de ensino dos das dez diretorias de educação.
A ação faz parte do 3º ciclo de encontros, e além dos diretores escolares, contou com a participação dos diretores das regionais mencionadas: Denise Oliveira, técnica da DRE 3, e Max Cardoso (DRE 6), bem como o chefe da Assessoria do Desenvolvimento Institucional e Monitoramento de Políticas Educacionais (ADIMPTE/Seduc), professor Cláudio Macedo; e o assessor pedagógico do Departamento de Educação (DED/Seduc).
Em maio deste ano, o secretário iniciou o ciclo apresentando as nuances dos indicadores pedagógicos de todas as unidades de ensino da Rede Pública de Sergipe. O momento de escuta suscita a articulação de soluções empreendidas tanto pela escola quanto pela Secretaria de Educação em um trabalho conjunto e colaborativo. “Todos os diretores escolares das nossas unidades de ensino foram ouvidas nesse momento porque precisamos não somente ouvir como está a rotina escolar após o retorno 100% das aulas presenciais, como também verificar as ações de recomposição escolar, distribuição de livros didáticos, preenchimento dos diários eletrônicos, dentre outros serviços”, relatou.
O professor Max Cardoso, gestor da DRE 6, destaca a importância do diálogo direto entre o secretário e todos os diretores escolares. “Essa aproximação causa um impacto muito grande na escola porque as orientações do secretário são pertinentes, técnicas, e colaboram para a condução do dia a dia da escola. Para nós é algo inédito. Daremos seguimento às ações que estão ocorrendo em nossas escolas e aguardaremos os efeitos delas mais adiante. O preenchimento integral dos diários eletrônicos é o nosso maior desafio, porém esse indicador tende a melhorar após reuniões e muito diálogo que os gestores escolares estão realizando nas unidades de ensino em que atuam”, relatou.
A pauta da reunião concentrou-se nos indicadores pedagógicos de distorção idade-série e de número de alunos em risco escolar; preenchimento dos diários eletrônicos; e o acompanhamento dos níveis de leitura dos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental. O diretor do Centro de Excelência Miguel das Graças, unidade que oferta o Ensino em Tempo Integral, no município de São Miguel do Aleixo, destacou, principalmente, o plano de ação para conduzir ao preenchimento total dos diários eletrônicos.
“Essa semana nós solicitamos a todos os professores um relatório sobre as aulas ministradas e a repor. Assim, vamos construir um relatório da escola também para apresentar. Estamos tendo problemas de locomoção com o transporte escolar por conta das chuvas, principalmente na zona rural, o que causa a falta de alguns estudantes e afeta os indicadores. Mas tenho mantido uma conversa com o prefeito do município para melhorar as estradas vicinais. Eu sou um defensor da sua metodologia de trabalho, pois a sua presença nas escolas é algo inédito”, ressaltou o gestor.
Márcia Marcelle Pereira, diretora da Escola Estadual D. Antonio dos S. Cabral, situada no município de Propriá, também apresentou as estratégias para sanar as dificuldades em alcançar 100% do preenchimento dos diários eletrônicos. “Estamos fazendo relatórios mensais do preenchimento dos diários eletrônicos, e isso tem surtido um efeito positivo. Em breve vamos alcançar a meta”, citou.


