Nota Técnica do Ministério da Educação demonstra equívocos do Sintese

Por NOTAS E INFORMAÇÕES
Fonte: ASCOM / SEED

A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação se posicionou sobre a implementação do ensino médio em tempo integral na Rede Pública Estadual de Ensino de Sergipe e emitiu a Nota Técnica nº 50/2017/COEM/DICEI/SEB/MEC, que contradiz as informações constantes veiculadas em matérias divulgadas pelo Sintese.

 

A Diretoria de Currículos e Educação Integral, da Secretaria de Educação Básica do MEC (DICEI/SEB/MEC) explica os critérios de pactuação da União com as Secretarias Estaduais da Educação (SEE) para que as unidades escolares implementem o sistema de ensino médio em tempo integral e conclui que até as datas oficiais das avaliações das escolas estaduais em Sergipe não há qualquer problema que leve a retirada de nenhuma escola do sistema oficial.

 

De acordo com o Nota Técnica nº 50/2017, as escolas citadas pelo Sintese estão em perfeito acordo com os critérios estabelecidos e não foi retirada do Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral nenhuma escola sergipana. A nota da DICEI/MEC é assinada pelo diretor de Currículos e Educação Integral – Substituto, Wisley João Pereira.

 

Deste modo, o Ministério da Educação deixa comprovado que diferente do que afirmam os textos publicados pelo sindicato, os centros de excelência sergipanos não irão interromper as atividades do Programa Estadual de Ensino Integral Escola Educa Mais, por meio do qual estas unidades escolares ofertam ensino médio em regime de tempo integral.

 

Ao interpretar de modo equivocado a Portaria Nº 727, de 13 de junho de 2017, publicada pelo Ministério da Educação (MEC), o Sintese mais uma vez tenta desinformar a sociedade sergipana, ao afirmar que alguns centros de excelência em ensino médio da rede pública estadual deixariam de funcionar.

 

A Secretaria de Estado da Educação reafirma mais uma vez que para participar do Programa Estadual de Ensino Integral Escola Educa Mais as unidades de ensino aderiram de forma democrática, por meio de seus conselhos escolares, à proposta do governo, o que desqualifica a tese de imposição deste modelo de ensino em tempo integral na rede pública estadual propagada pelo Sintese.

 

Mais uma vez o Sintese se distanciou da verdade e tentou desinformar a população do Estado de Sergipe.

 

 

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