Primeira Conferência Intermunicipal de Educação de Sergipe reúne educadores em torno da revisão do Plano Nacional de Educação 2024-2034

Por Silvio Oliveira
Fonte: Ascom/ Seduc
Serão realizadas mais quatro conferências intermunicipais para que o Estado de Sergipe realize a Conferência Estadual e escolha os 30 delegados que participarão da etapa nacional da construção do texto base do PNE

Com o tema ‘Plano Nacional de Educação 2024-2034: a política de Estado para a garantia da educação como direito humano, com justiça social e desenvolvimento socioambiental sustentável’, o Fórum Estadual de Educação realizou nesta segunda-feira, 23, na Didática IV da Universidade Federal de Sergipe (UFS), a primeira Conferência Intermunicipal Extraordinária de Educação de Sergipe.

 

Participaram gestores, trabalhadores da educação básica pública e particular, conselheiros, secretários municipais, líderes sindicais, movimentos sociais, representantes de estudantes, pais e mães de Aracaju, da Grande Aracaju e do leste sergipano, com o objetivo de discutir os sete eixos temáticos e votar o documento base sergipano.

 

Serão realizadas mais quatro conferências intermunicipais para que seja dado poder de falar a todos os representantes dos educadores do Estado de Sergipe. Ao final dos encontros intermunicipais, o Fórum Estadual de Educação realizará a Conferência Estadual de Educação, que aprovará um texto referência a ser levado para a Conferência Nacional Extraordinária de Educação, realizada no período de 28 a 30 de janeiro de 2024, em Brasília/DF, onde será a aprovado o texto referência do PL que atualizará o Plano Nacional de Educação 2024-2034.

 

Representando o secretário de Estado da Educação e da Cultura, Zezinho Sobral, a professora Gilvânia Guimarães, diretora de Educação de Aracaju, destacou a Conferência como mais uma oportunidade democrática de discutir a atenção básica para a próxima década. “Espero que cada segmento aqui representado aproveite bastante as discussões em cada eixo, fiquem atentos ao assunto para desenharmos a educação que queremos para a próxima década”, afirmou.

 

A coordenadora do Fórum Estadual de Educação, Christiane Almeida, explicou que essa é a primeira conferência realizada em Sergipe com os municípios que compreendem Aracaju, a Grande Aracaju e o leste sergipano e, até dia 27 de outubro, próxima sexta-feira, todos os outros municípios também serão contemplados. “A nossa discussão é baseada no documento referência publicado pelo Fórum Nacional de Educação que vai servir de base para o novo Plano Nacional. Vamos analisar o plano antigo e fazer as emendas e contribuições para o novo plano”, disse.

 

A presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) em Sergipe e no Nordeste, professora Josevanda Franco, foi a palestrante da primeira conferência. “Destaquei cada eixo e mostrei a responsabilidade dos fóruns estadual e municipais com foco na educação dos direitos humanos, na equidade, na justiça social, para que a gente construa a educação que se pretende”, disse.

 

Além da professora Gilvânia Guimarães e da coordenadora Christiane Almeida, compuseram a mesa de abertura do evento a representante da reitoria da UFS, Eliane Romão; o secretário de Educação e a secretária-adjunta de Aracaju, Ricardo Abreu e Maria Antônia Arimatéia; a diretora da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme/SE) e membro do Fórum, Maria José Guimarães; representando o Conselho Estadual de Educação, a professora Joniely Cruz; representando os movimentos sociais, Magali Góes; representando os pais e mães de alunos, Maria Dalila; os alunos, Aline Menezes; o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese), Roberto Silva; e o Sindicato dos Profissionais de Ensino do Município de Aracaju (Sindipema), Obanishe Severo.

 

“É um importante momento na etapa local da Conferência Nacional de Educação. Vamos trazer para o debate o tema central que diz respeito ao novo plano nacional e neste momento essa etapa discutirá o documento referência com todos os eixos”, disse a presidente da Uncme, Maria José Guimarães.

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