Técnica pedagógica realiza busca ativa escolar para lembrar Dia Internacional da Síndrome de Down

Por Francimare Araújo
Fonte: Ascom/ Seduc

 

Ao se aproximar o Dia Internacional da Síndrome de Down, lembrado em todo o mundo no dia 21 de março, a professora Karla Patrícia Almeida Santos, técnica pedagógica e responsável pela Educação Inclusiva nas escolas circunscritas à Diretoria Regional de Educação 1, localizada no território Sul de Sergipe, realizou uma busca ativa escolar para lembrar a data. Ela esteve na residência da estudante Kailane Estefany, dialogando com a aluna e com a os familiares, sobre a importância do retorno aos estudos.

 

Kailane tem 17 anos e possui Síndrome de Down, é estudante na Escola Estadual Otávio de Souza Leite, situada no município de Cristinápolis. Há cerca de um ano sem frequentar a escola, a estudante e a mãe, Juliana da Silva Santos, receberam a visita da técnica Karla Patrícia na manhã desta sexta-feira, 19. A intenção da visita foi proporcionar para Kailane uma manhã de alegria ao rever e conversar com Karla Patrícia, em um gesto de carinho, atenção e cuidado.

 

Durante a manhã, Karla Patrícia conversou e presenteou Kailane, para que ela sinta a importância que tem na comunidade escolar, sobretudo para que, quando possível, mãe e filha sintam-se seguras de voltar a frequentar o ambiente escolar. Para a professora Karla Patrícia, assim como a data busca promover a conscientização da inclusão das pessoas com a síndrome na sociedade, a visita também serviu para acolher mãe e filha, já que este é um momento de enormes dificuldades para aqueles com necessidades físicas, psicomotoras ou intelectuais.

 

“Foi uma manhã prazerosa ao ver a alegria da jovem/criança Kailane. É bastante gratificante! A genitora Juliana da Silva Santos agradeceu imensamente a homenagem que a Regional DRE1 realizou”, disse Karla, lembrando que a ação teve o apoio do diretor da DRE 1, professor Franz Russemberg.

 

Por não frequentar a escola periodicamente como antes fazia, Kailane recebe o atendimento do Apoio Escolar II, direcionado para Pessoas com Deficiência (PCD).

 

De acordo com Lilian Alves, coordenadora da Divisão de Educação Especial (Dieesp), vinculado ao Departamento de Educação (DED) da Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), o setor realiza ações junto às Diretorias Regionais de Educação visando  garantir o direito à inclusão escolar e o bem-estar dos estudantes com síndrome de Down. “Os alunos com síndrome de Down são atendidos por nossas salas de recursos multifuncionais, bem como, por profissionais de apoio escolar”, enfatizou a coordenadora.

Crianças que nascem com síndrome de Down possuem três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células. Isso ocorre na hora da concepção de uma criança. As pessoas com síndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, têm 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população. É por essa razão que o Dia Internacional da Síndrome de Down foi pactuado nesta data, em alusão aos números 3 e 21.

 

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