Alunos do Dom Luciano trocam conhecimentos sobre países com o Conectando Línguas

Por Michele Becker
Fonte: Ascom/ Seduc

 

Financiado pelo Profin Projetos, o projeto interdisciplinar teve como objetivo promover um intercâmbio de conhecimentos sobre a cultura e o idioma de 22 países do mundo

 

Os alunos do ensino médio de tempo integral do Centro de Excelência Dom Luciano José Cabral Duarte, em Aracaju, participaram entre os dias 04, 05 e 06 de setembro das atividades de culminância da sexta edição do Projeto Conectando Línguas. Trata-se de um projeto interdisciplinar financiado pelo Profin Projetos, cujo objetivo é promover um intercâmbio de conhecimentos sobre a cultura e o idioma de diversos países do mundo. Ao todo, 22 países foram apresentados pelos estudantes, que ao longo dos últimos 30 dias fizeram uma grande pesquisa sobre os aspectos culturais, históricos, geográficos e linguísticos de cada nação.

 

O evento foi desenvolvido sob a supervisão dos professores Ana Cecília Nascimento (Inglês), Eduardo Marques (Espanhol), João Luiz Rodrigues (Inglês), Maressa de Oliveira Garcia (Espanhol) e Deyseany Lima (Inglês), que deram todo o suporte aos alunos para as pesquisas na área linguística, mas também contou com professores de outras disciplinas da área de Humanas.

 

"É um projeto multidisciplinar em que nós trabalhamos com diversos países do mundo todo e os alunos estudam, não apenas o idioma, mas também a cultura desses lugares. Estamos vendo aqui as diversas áreas do saber sendo apresentadas. É um trabalho de pesquisa e de linguística, mas observando também as conexões culturais que existem entre os países e o Brasil", explicou a professora Ana Cecília.

 

Intercâmbio de conhecimentos

 

Para o grupo de alunas do terceiro ano, Giovana Eduarda, Ariane Natalia e July participar deste projeto foi muito prazeroso, pois fez com que os alunos conhecessem mais sobre outros países. Empolgadas com o resultado final do trabalho, as meninas explicaram que a turma ficou responsável por representar a África do Sul.

 

“Nós dividimos nossa apresentação por tópicos. Por exemplo, em história tratamos da cultura e costumes daquele país na idade média e também estudamos o Apartheid, ou seja, a segregação das populações negra e branca, veiculada pela política oficial de minoria branca da República da África do Sul, durante a maior parte do século XX”, comentou Giovana Eduarda.

“Na geografia estudamos o clima e o relevo. Também conhecemos o nome e as obras de filósofos sul-africanos e dedicamos atenção às áreas como: turismo, literatura, artes, esporte e gastronomia”, acrescentou July.

 

Já Ariane Natalia enfatizou o processo de criação e de ensaio da coreografia apresentada no último dia do evento para uma plateia de, aproximadamente, 700 jovens que lotaram o Teatro Atheneu. “Tanto as músicas selecionadas quanto a coreografia foram decididas e trabalhadas em conjunto. Foi trabalhoso o processo de criação, mas no final valeu muito a pena”, completou.

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