Alunos inovam e participam da criação de documentários

Por Ítalo Marcos
Fonte: ASCOM / SEED

Por Lívia Lessa

 

Os discentes do Francisco Rosa Santos realizam produções audiovisuais como atividade da disciplina de Física

 

Tornar os alunos protagonistas do processo de ensino e aprendizagem, possibilitando a compreensão dos conteúdos didáticos por meio das produções audiovisuais.

 

Este é o objetivo da Videoteca de Ciências.  A atividade desenvolvida pelo Colégio Estadual Secretário Francisco Rosa Santos, localizada no conjunto Bugio, em Aracaju, teve a culminância na tarde de ontem, 08, durante a apresentação de filmes no Teatro Atheneu.

 

Na oportunidade, os alunos exibiram quatro filmes curta metragem que eles produziram. Os filmes apresentados foram: Isaac Newton; Mentes por trás de Hiltler " Descubra as mentes que revolucionaram a ciência;  Marie Curie e  Memorável Carlos Chagas.

 

Para o professor de Física e idealizador do projeto, Marcelo Barreto Costa, utilizar os recursos audiovisuais é de extrema importância, pois colabora no aprendizado, considerando que os alunos aprendem mais que as fórmulas.

 

"Os jovens passam a conhecer também o contexto em que a fórmula e/ou teoria foram desenvolvidos. O estudante não aprende só sobre física; trata-se de uma atividade multidisciplinar", salientou o docente.

 

A Física e os filmes

 

A Videoteca de Ciências é uma forma de apresentar os conteúdos aos alunos de maneira lúdica, desconstruindo o mito de que Física é um conteúdo complexo, mas que é possível aprender no cotidiano. 

 

"Um trabalho como este nos mostra que as ciências exatas também integram o processo de construção humana. O aluno tem a capacidade de visualizar esse processo de transformação dentro da sociedade", complementou Costa.

 

Lohan Jacinto Melo, 16 anos, aluno do 2º B, disse que por se tratar de uma atividade multidisciplinar, foi possível ampliar os conhecimentos em diversas áreas. 

"Os filmes foram bem produzidos. É uma maneira de aprender fora do ambiente escolar. Além disso, serviu para ampliar os meus conhecimentos", disse.

 

"A atividade é bem interessante. Estou motivada a pesquisar ainda mais?, acrescentou Maria Raquel Souza,  15 anos, estudante do 1° B.

 

Segundo a diretora da unidade, Shirley Cruz, a avaliação da atividade é positiva. "Além de os jovens aprenderem sobre esses físicos que foram importantes para a história da ciência, os alunos passam a ter uma autovalorização.

 

Eles ficam mais motivados a estudar os conteúdos considerados complexos. No Francisco Rosa eu incentivo bastante atividades como esta", observou.

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