Por Ítalo Marcos
Fonte: ASCOM / SEED
A Brigada da Educação contra o Aedes continua visitando as escolas da rede estadual de ensino, com o intuito de mobilizar à comunidade contra possíveis criadores do mosquito.
Nesta segunda-feira, 18, foi a vez da Escola Estadual Frei Esmeraldo Silva Menezes, no bairro José Conrado de Araújo, em Aracaju, receber os técnicos da Secretaria de Estado da Educação.
O teatro da Seed formado por estagiários do curso de Teatro da Universidade Federal de Sergipe encenou a peça "O Circo da Saúde". A plateia composta por alunos do 1º ao 5º ano da escola não tiraram os olhos dos futuros artistas, que de forma artística e lúdica conseguiram passar as informações necessárias à prevenção.
"Vou aprender mais para levar as informações para casa", afirmou Laysa Mendes, do 4º ano.
Cursando o mesmo ano, Thauanny Gomes disse já ter participando de um projeto que alertava contra o Aedes e destacou que água parada é a principal fonte de proliferação do vetor.
"Em casa todos já ficaram doente: meu pai, minha mãe, minha irmã, menos eu. Acho importante, porque apreendemos cada vez mais", disse.
Atividades contra o mosquito
Na entrada da escola, um painel mostrou em formato de desenhos e pinturas o quanto os alunos aprenderam as causas e as consequências de não limpar adequadamente as residências e acumular ou jogar depósitos de possíveis água parada em local inadequado.
Técnicos da Seed formaram a Brigada Itinerante composta por alunos, que continuará com as atividades, além de ter visitado as instalações a procura de possíveis focos.
Como não foi encontrado nenhum criadouro, nem o mosquito, a escola recebeu o selo verde.
A diretora Jociene Reis informou que as atividades contra o Aedes iniciaram em janeiro, dentro da programação do ano letivo, com palestras nas reuniões temáticas com os pais.
Como há evidências de que muitos alunos e pais contraíram o Zika Vírus, foi acordado entre a coordenação da escola que as atividades irão continuar.
"É um trabalho em conjunto. As crianças se envolvem e é a realidade que elas vivem, porque há registros de alunos e pais que adoeceram", destacou.
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