Dia da Consciência Negra une turnos do Colégio Estadual Governador Augusto Franco

Por Silvio Oliveira
Fonte: ASCOM / SEED

Os alunos da manhã e da tarde apresentaram trabalhos culturais em alusão à data

 

Por Cris Abreu

 

Alunos do Colégio Estadual Governador Augusto Franco se reuniram neste sábado, 18, para apresentar trabalhos em alusão ao Dia da Consciência Negra, comemorado no dia 20 de novembro. Durante toda a semana os professores da escola orientaram suas turmas em projetos de pesquisa sobre diversos temas, desde apropriação cultural à máscaras africanas.

 

Além dos painéis que enfeitaram as paredes da escola, os estudantes dançaram, apresentaram peças de teatro e declamaram poesias tratando de temas como racismo, escravidão e empoderamento negro.

 

Para Mônica Silva, professora de História, esse evento colabora com a sensibilização do corpo discente para temas importantes da vida. "Faz com que os alunos resgatem e valorizem a contribuição da cultura negra na formação do Brasil e mostra a importância da luta por cidadania", garante.

 

Para Vera Lúcia, professora de Português, a união dos turnos para a apresentação no sábado foi positivo. "É importante integrar os meninos. Com essa interação eles aprendem a valorizar e respeitar o trabalho de outras pessoas", afirma. Segundo ela, a aprendizagem também é facilitada, pois a apresentação motiva os alunos. "Eles gostam de arte e quando acontecem estes eventos a escola oportuniza um espaço de produção e aprendizado lúdico que valoriza a capacidade criativa deles", completa.

 

Metodologia

 

Divididos em estandes, as turmas trouxeram comidas típicas, cartazes e oficinas de pintura e turbante. Júlia Gomes, aluna do segundo ano do Ensino Médio, gostou de participar do Projeto, mas vai além: "nesse dia lembramos as conquistas que os negros tiveram, pois não são tão reconhecidos quanto os brancos", avalia.

 

Finalizando as apresentações, foram eleitos o garoto e a garota Beleza Negra do CEGAF, sendo eleitos Jonas Gabriel, do primeiro ano do Ensino Médio, e Aline Raquel, do segundo ano."É mais um espaço para dar visibilidade aos negros, já que a maioria só lembra disso quando há atividades na escola", relata, e cobra: "o Colégio precisa ter mais palestras e ações sobre o tema".

 

*Jornalista e professora  do Colégio Estadual Governador Governador Augusto Franco

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